Objectos e vestuário da época na Biblioteca , livros alusivos, completa exposição nos claustros...
Podem ver e comentar! Os nossos agradecimentos à loja " Casa das Casas" em Sto. Tirso, pela amabilidade do empréstimo dos objectos. O vestuário "fidedigno" foi cedido pelo Sr. Francisco Santarém. Gratos pela gentileza!
Trabalho conjunto do Departamento de Línguas, disciplina de História da Cultura e das Artes do 3º ano do Curso de Turismo Ambiental e Rural( turma D) e Biblioteca Rosae
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Mário Vargas Llosa- PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA
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Mário Vargas Llosa (nascido Jorge Mário Vargas Llosa; Arequipa, 28 de Março de 1936), é um escritor, jornalista, ensaísta e político peruano, laureado com o Nobel de Literatura de 2010
A obra critica a hierarquia de castas sociais e raciais, vigente ainda hoje, segundo o escritor, no Peru e na América Latina. Tema fulcral presente directa e indirectamente é a luta pela liberdade individual na realidade opressiva do Peru. A princípio, assim como vários outros intelectuais de sua geração, Vargas Llosa sofreu a influência do existencialismo de Jean Paul Sartre
Muitos dos seus escritos são autobiográficos, como "A cidade e os cachorros" (1963), "A Casa Verde" (1966) e "Tia Júlia e o Escrevinhador"(1977). Por A cidade e os cachorros recebeu o Prémio Biblioteca Breve da Editora Seix Barral e o Prémio da Crítica de 1963. A obra seguinte, A Casa Verde mostra a influência de William Faulkner. O romance narra a vida das personagens num bordel, cujo nome dá título ao livro.
O terceiro romance, Conversa na Catedral publicado em 4 volumes e que o próprio Vargas Llosa caracterizou como obra completa, narra fases da sociedade peruana sob a ditadura de Odria em 1950.Há um encontro na Catedral entre dois personagens: o filho de um ministro e um motorista particular. O romance caracteriza-se por uma sofisticada técnica narrativa, alternando a conversa dos dois e cenas do passado. Em 1981 publica A Guerra do Fim do Mundo, sobre a Guerra de Canudos, que dedica ao escritor brasileiro Euclides da Cunha, autor de Os Sertões.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Um pensamento na nossa vindima...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Dia Europeu das Línguas
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Poesia na vindima...
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
De volta às aulas!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Leitura para férias...

Excelente comentário e sugestão do Prof. Miguel Ribeiro!
Não vou dissertar sobre o cheiro da protagonista, a cravo e canela, nem descrever as paixões e desvarios do árabe " menino lindo", nem sobre a vida da Baía, vou sim aproveitar um dos livros mais lidos e comentados de um mestre da literatura, para, sem pretensões, nem ilusões dar a minha modesta opinião sobre um dos grandes magos da escrita. Jorge Amado é brasileiro, mas também é africano, é branco, mas também é negro e sobretudo mulato. É um apaixonado pelo candomblé, pela cultura negra no Brasil, a favor da mestiçagem, do samba e do Carnaval. É contra a visão de um Brasil para os brancos, expõe os cancros da sociedade brasileira, quase que venera as quengas e o capitães de areia. Como é possível transformar as prostitutas em heroínas da vida? Como se transformam os mendigos em actores principais, em histórias de encanto, infelicidade e alegria. Como transformar o bom em mal e o mal em bem? Como transformar os capangas e jagunços em libertadores e principais amigos do povo ? Jorge Amado consegue isto e muito mais, consegue-nos aproximar do "lixo do Brasil" e mostrar-nos que aí residirá o seu principal valor. Apesar, da visão marxista que paira sobre os seus romances, a forma humana como trata os problemas do Nordeste brasileiro, como ironiza o sucesso dos coróneis, como espanca "intelectualmente" os deputados locais e federais, ajuda-nos a perceber tudo o que o Brasil tem, de óptimo e de execrável, mas também nos mostra a história deste país irmão, o desbravamento do mato, a conquista da terra para as roças de café e cacau, a vida dos imigrantes portugueses e árabes, as migrações imensas das famílias do sertão. Dá-nos vontade de viver, de lutar, de conquistar o nosso lugar no mundo e na vida, se uma simples "...." pode ser a deusa de tantos (basta ler Tieta do Agreste), não havemos nós de ser donos da nossa felicidade? Jorge Amado é talvez o principal vulto da literatura luso-brasileira, mas de certeza que é um grande senhor do mundo, um homem com H grande, alguém que nunca morrerá, pois as suas palavras permanecerão para sempre e a sua mensagem plena de ironia, sarcasmo e de esperança poderá ajudar o seu povo a viver, se não na riqueza, pelo menos na alegria e, isso, já é muito...
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