A nossa biblioteca

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Vista geral

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

1ºB Formação de Utilizadores

O 1ºB, a turma que representa mais países na escola, veio à Biblioteca Rosae com a sua Orientadora Educativa, Professora Cecília Barros. Falou-se de livros, folhetos informativos e foram divulgadas as potencialidades do espaço. José Craveirinha, Sophia de Mello Breyner e Fernando Savater estão no top destes jovens do Curso de Gestão do Ambiente.
Moçambique,Portugal, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe vão trocar livros e poetas através dos alunos deste "mosaico de povos" que é o 1º B!!!

Promissores, simpáticos e dinâmicos tornam a Biblioteca viva e espaço de muitos saberes...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Romeu e Julieta intemporal...

Susete Varela, aluna do 3º Ano do Curso de Produção Agrária, leu este clássico e adorou!




" Os apaixonados lutaram pelo seu amor até ao fim..."
" Constatei neste livro que nunca podemos desistir dos nossos sonhos, por mais impossíveis que sejam..."
Susete Varela

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Divulgação dos novos livros de autores portugueses.



Já disponível na nossa biblioteca!

Deixem Passar o Homem Invisível”, de Rui Cardoso Martins, foi distinguido com o Grande Prémio de Romance e Novela Associação Portuguesa de Escritores/Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.

Neste livro, o autor conta a história de um homem, cego desde os oito anos, que durante uma grande enxurrada em Lisboa cai numa caixa de esgoto aberta, situada junto da igreja de S. Sebastião da Pedreira. Em simultâneo, um escuteiro que regressava de uma actividade na mesma igreja é também arrastado… O livro relata a viagem de ambos através de uma Lisboa subterrânea, enquanto cá fora são tomadas todas as medidas para os salvarem.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Mónica Brito leu o livro de um dia para o outro...



Comecei a gostar de ler nesta biblioteca!



Diário da nossa paixão

O livro conta a história de Allie e Noah.Estes conhecem-se numa festa, mas ficam separados durante catorze anos.Um dia ela decide voltar a vê-lo e conta-lhe que está noiva... No entanto, o amor fala mais alto e... Agora é só ler, vão ver que vale a pena! Adorei o livro e li-o sem parar!!!

Mónica Brito
3º D
Curso Técnico de Turismo Ambiental e Rural

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Malangatana...O pintor poeta! 1936-2011




As tintas de Moçambique perderam a cor e o nosso pintor-poeta partiu...

Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936 em Matalana, uma povoação do distrito de Marracuene, às portas da então Lourenço Marques, hoje Maputo.

Nos últimos 50 anos foi muito mais do que pintor. Fez cerâmica, tapeçaria, gravura e escultura. Fez experiências com areia, conchas, pedras e raízes. Foi poeta, actor, dançarino, músico, dinamizador cultural, organizador de festivais, filantropo e até deputado.

A Biblioteca Rosae, aquando da visita à escola da Vice-Ministra da Educação de Moçambique, divulgou poetas e pintores portugueses e moçambicanos destacando Malangatana (ver post de 9 de Dezembro)

A poesia, para o multifacetado artista, está em coisas simples como "o bambolear das ancas da mulher" e o "ribombar dos tambores". "Mesmo quando vivem em palhotas, as pessoas são ricas, os cheiros que há lá dentro são poesia".

Pensar alto

Pensar alto

Sim
às marrabentas
às danças rituais
que nas madrugadas
criam o frenesi
quando os tambores e as flautas entram a fanfarrar

fanfarrando até o vermelho da madrugada fazer o solo sangrar
em contraste com o verdurar das canções dos pássaros
sobre o já verduzido manto das mangueiras
dos cajueiros prenhes
para em Dezembro seus rebentos
dançarem como mulheres sensualíssimas
em cada ramo do cajual da minha terra
mas, sim ao orgasmo
das mafurreiras
repletas de chiricos
das rolas ciosas pela simbiose que só a natureza sabe oferecer

mas sim
ao som estridente do kulunguana
das donzelas no zig-zague dos ritos
quando as gazelas tão belas
não suportam mais quarenta graus à sombra dos canhueiros em flor

enquanto as oleiras da aldeia, desta grande aldeia Moçambique
amassam o barro dos rios
para o pote feito ser o depositário
de todo o íntimo desse Povo que se não cala disputando
Malangatana