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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dalton Trevisan vence Prémio Camões 2012

Dalton Trevisan vence Prémio Camões 2012





Dalton Trevisan foi distinguido com o Prémio Camões, no valor de cem mil euros, anunciou hoje em Lisboa o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.



A atribuição do Prémio ao autor de "O Vampiro de Curitiba" foi feita por unanimidade.



O júri destaca a obra sem concessões à vida social do escritor, que se distinguiu, em particular, na arte do conto.




"Vozes do Retrato - Quinze Histórias de Mentiras e Verdades" (1998), "O Maníaco do Olho Verde" (2008), "Violetas e Pavões" (2009), "Desgracida" (2010) e "O Anão e a Ninfeta" (2011) são algumas das suas últimas obras.



"Cemitério de Elefantes" foi uma das primeiras obras do escritor editadas em Portugal, pela Relógio d'Água, na década de 1980.





O Prémio Camões foi instituído em 1988 pelos Governos de Portugal e do Brasil e, segundo o texto do protocolo constituinte, consagra anualmente "um autor de língua portuguesa que, pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum".





por Lusa Hoje












A Poesia na Festa das Rosas

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A resposta...



Escrito em 1995, por quem?




(...) Já se tinha afastado muito de onde havia deixado o marido e os companheiros, cruzando e recruzando ruas, avenidas, praças, quando se encontrou diante de um supermercado. Lá dentro o aspecto não era diferente, prateleiras vazias , escaparates derrubados, pelo meio vagueavam, a maior parte deles de gatas, varrendo com as mãos o chão imundo, esperando encontrar ainda algo que se pudesse aproveitar, uma lata de conserva que tivesse resistido às pancadas com que tentaram abri-la, um pacote qualquer, do que fosse, uma batata, mesmo pisada, um naco de pão, mesmo feito pedra…

(…) Olhou em redor, o que ainda houvesse de aproveitável estava a ser disputado no meio de socos…e empurrões que não escolhiam entre amigos e adversários, sucedendo às vezes que o objecto da peleja se lhes escapava das mãos e jazia no chão à espera que alguém viesse tropeçar nele…

Parabéns aos diversos alunos, professores e funcionários!

Saramago, um visionário...

terça-feira, 15 de maio de 2012

Dedicados ao Curso de Restauração


Sugestões para o curso de Restauração: " Chocoólico." -Tina Grube
                                                                     " Amor e guloseimas." - Kate Jacobs

Os alunos que os requisitam , recomendam aos colegas.




segunda-feira, 14 de maio de 2012

"Fanga" A Biblioteca dedica ao Curso de Produção Agrária




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Edição antiga para consulta.

A Biblioteca dedica este livro aos três anos do Curso de  Produção Agrária:

"Para vocês, fangueiros dos campos da Golegã, escrevi este livro. Que algum dia o possam ler e rectificar-porque o romance da vossa vida só vocês o saberão escrever."
                                                                                                                    Alves Redol

"A fronteira de asfalto" Luandino Vieira


"A fronteira de asfalto"

O livro acaba  de ser oferecido pelo grande escritor José Luandino Vieira. Com ilustrações de Alberto Péssimo, é um encanto, nos valores e nas palavras.
A Biblioteca Rosae agradece a oferta. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Quem adivinha? Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência...


 Escrito em 1995, por quem?

(...) Já se tinha afastado muito de onde havia deixado o marido e os companheiros, cruzando e recruzando ruas, avenidas, praças, quando se encontrou diante de um supermercado. Lá dentro o aspecto não era diferente, prateleiras vazias , escaparates derrubados, pelo meio vagueavam, a maior parte deles de gatas, varrendo com as mãos o chão imundo, esperando encontrar ainda algo que se pudesse aproveitar, uma lata de conserva  que tivesse resistido às pancadas com que tentaram abri-la, um pacote qualquer, do que fosse, uma batata, mesmo pisada, um naco de pão, mesmo feito pedra…

(…) Olhou em redor, o que ainda houvesse de aproveitável estava a ser disputado no meio de socos…e empurrões que não escolhiam entre amigos e adversários, sucedendo às vezes que o objecto da peleja se lhes escapava das mãos e jazia no chão à espera que alguém viesse tropeçar nele…

 Esperamos a resposta na biblioteca!!!