segunda-feira, 28 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Em Braga, concerto solidário a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro
Vale a pena ouvir...
Braga, 25 de maio, às 21h30,no Auditório Vita
A Liga Portuguesa Contra o Cancro agradece!
terça-feira, 22 de maio de 2012
As Rosas da Escola Profissional Agrícola Conde S.Bento
Para já doze...Amanhã há mais...Muito mais...
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Dalton Trevisan vence Prémio Camões 2012
Dalton Trevisan vence Prémio Camões 2012
O júri destaca a obra sem concessões à vida social do escritor, que se distinguiu, em particular, na arte do conto.
"Vozes do Retrato - Quinze Histórias de Mentiras e Verdades" (1998), "O Maníaco do Olho Verde" (2008), "Violetas e Pavões" (2009), "Desgracida" (2010) e "O Anão e a Ninfeta" (2011) são algumas das suas últimas obras.
O Prémio Camões foi instituído em 1988 pelos Governos de Portugal e do Brasil e, segundo o texto do protocolo constituinte, consagra anualmente "um autor de língua portuguesa que, pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum".
por Lusa Hoje
Dalton Trevisan foi distinguido com o Prémio Camões, no valor de cem mil euros, anunciou hoje em Lisboa o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.
A atribuição do Prémio ao autor de "O Vampiro de Curitiba" foi feita por unanimidade.
O júri destaca a obra sem concessões à vida social do escritor, que se distinguiu, em particular, na arte do conto.
"Vozes do Retrato - Quinze Histórias de Mentiras e Verdades" (1998), "O Maníaco do Olho Verde" (2008), "Violetas e Pavões" (2009), "Desgracida" (2010) e "O Anão e a Ninfeta" (2011) são algumas das suas últimas obras.
"Cemitério de Elefantes" foi uma das primeiras obras do escritor editadas em Portugal, pela Relógio d'Água, na década de 1980.
O Prémio Camões foi instituído em 1988 pelos Governos de Portugal e do Brasil e, segundo o texto do protocolo constituinte, consagra anualmente "um autor de língua portuguesa que, pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum".
por Lusa Hoje
quinta-feira, 17 de maio de 2012
A resposta...
Escrito em 1995, por quem?
(...) Já se tinha afastado muito de onde havia deixado o marido e os companheiros, cruzando e recruzando ruas, avenidas, praças, quando se encontrou diante de um supermercado. Lá dentro o aspecto não era diferente, prateleiras vazias , escaparates derrubados, pelo meio vagueavam, a maior parte deles de gatas, varrendo com as mãos o chão imundo, esperando encontrar ainda algo que se pudesse aproveitar, uma lata de conserva que tivesse resistido às pancadas com que tentaram abri-la, um pacote qualquer, do que fosse, uma batata, mesmo pisada, um naco de pão, mesmo feito pedra…
(…) Olhou em redor, o que ainda houvesse de aproveitável estava a ser disputado no meio de socos…e empurrões que não escolhiam entre amigos e adversários, sucedendo às vezes que o objecto da peleja se lhes escapava das mãos e jazia no chão à espera que alguém viesse tropeçar nele…
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