quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Dedicado aos alunos de Moçambique que estão de regresso a casa!
Ao Constantino, Quenesse, Natércia, Maiza, Osvaldo, Gervásio, Nelson e Abdul desejamos boa viagem e um futuro promissor. Três anos longe dos vossos...Só tiveram a "Família" que é a Escola Profissional Agrícola Conde S.Bento...Parabéns pela perseverança e coragem!
Vamos ter SAUDADES!!!
Aqui vai o poema tão especial:
Poema do futuro cidadão
Vim de qualquer parte
de uma Nação que ainda não existe.
Vim e estou aqui!
Não nasci apenas eu
nem tu nem nenhum outro...
mas Irmão.
Mas
tenho amor para dar às mãos cheias.
Amor do que sou
e nada mais.
E
tenho no coração
gritos que não são meus somente
porque venho de um País que ainda não existe.
Ah! Tenho meu Amor a todos para dar
do que sou.
Eu!
Homem qualquer
Cidadão de uma Nação que ainda não existe.
(José Craveirinha - Chigubo - 1964)
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Se eu fosse...
Se eu fosse ….
Se eu fosse como alguém que conheço desejaria ser eu
próprio. Mas gostava de melhorar algumas coisas.
Se eu fosse rico desejaria ajudar todos;
Se eu fosse aviador desejaria voar o mais alto possível;
Se eu fosse pescador desejaria pescar o maior peixe que
encontrasse;
Se eu fosse egoísta desejaria que todo o meu egoísmo fosse
embora;
Se eu fosse homossexual desejaria que toda a gente me
respeitasse;
Se eu fosse um pobre desejaria toda a riqueza do mundo;
Se eu fosse eu próprio, gostaria de ser o meu
verdadeiro eu;
Se eu fosse uma calculadora gostaria de resolver tudo;
Se eu fosse uma telha desejaria abrigar toda a gente;
Se eu fosse uma árvore desejaria ser a mais bela de todas;
Se eu fosse como sou desejaria continuar a ser eu mesmo.
Fábio Silva
nº1699 1ªA - 10º ano do Curso de Produção Agrária
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
As luzes de Leonor na Biblioteca Rosae
Prémio Literário D. Dinis já está na Biblioteca Rosae!
O Prémio Literário D. Dinis, instituído pela Fundação da Casa
de Mateus, foi atribuído por unanimidade à escritora, pela obra "As luzes de
Leonor." A marquesa de Alorna, uma sedutora de anjos, poetas e heróis", editado
pelas Publicações D. Quixote.
Instituído em 1980 pela Fundação Casa de Mateus, em Vila Real,
o galardão é atribuído a uma obra literária - de poesia, ensaio ou ficção -
publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.
"As luzes de Leonor", obra editada em 2011, é um romance sobre
a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre
(1750-1839), neta dos marqueses de Távora, uma mulher que se destacou na
história literária e política de Portugal num período denominado como "o século
das luzes".
D.ª Leonor de Lorena e Lencastre é avó em quinto grau de Maria
Teresa Horta, nascida em 1937, em Lisboa.
Nascida a 20 de maio de 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta
estudou na Faculdade de Letras de Lisboa, foi jornalista e ativista do Movimento
Feminista de Portugal, com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem
escreveu o livro "Novas Cartas Portuguesas".
"Amor Habitado" (1963), "Ana" (1974) e "O Destino" (1997)
são exemplificativos da excelência da sua obra.
Fonte: Lusa
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