A nossa biblioteca

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Vista geral

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Farda novinha, a estrear...

Turma R em estreia com a sua farda nova!
 Curso de Restauração, 10º ano, com uma postura excecional...
Os alunos vieram à Biblioteca Rosae para a Formação de Utilizadores e mostraram verdadeiro profissionalismo.
Há tão pouco tempo no curso e já dão mostras de muito valor.
Parabéns! A Biblioteca é vossa e está ao dispor...

A Diretora de Curso e o Orientador Educativo estão mesmo orgulhosos...


Sugerimos para este curso:

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

[Não posso adiar o amor para outro século]


[Não posso adiar o amor para outro século]

Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas

Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio

Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação

Não posso adiar o coração

O Grito Claro, 1958
 

      “Estou vivo e escrevo sol”

Morreu esta segunda-feira em Lisboa, aos 88 anos, o poeta e ensaísta António Ramos Rosa, um dos nomes cimeiros da literatura portuguesa contemporânea, autor de quase uma centena de títulos, de O Grito Claro (1958), a sua célebre obra de estreia, até Em Torno do Imponderável, um belo livro de poemas breves publicado em 2012. Exemplo de uma entrega radical à escrita, como talvez não haja outro na poesia portuguesa contemporânea, Ramos Rosa morreu por volta das 13h30 desta segunda-feira, em consequência de uma infecção respiratória, em Lisboa, no Hospital Egas Moniz.

Além da sua vastíssima obra poética, escreveu livros de ensaios que marcaram sucessivas gerações de leitores de poesia, como Poesia, Liberdade Livre (1962) ou A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979), traduziu muitos poetas e prosadores estrangeiros, sobretudo de língua francesa, e organizou uma importante antologia de poetas portugueses contemporâneos (a quarta e última série das Líricas Portuguesas). Era ainda um dotado desenhador.
 
Prémio Pessoa em 1988, António Ramos Rosa, natural de Faro, recebeu ainda quase todos os mais relevantes prémios literários portugueses e vários prémios internacionais, quer como poeta, quer como tradutor.
Já muito fragilizado, o poeta, que estava hospitalizado desde quinta-feira, teve ainda forças para escrever esta manhã os nomes da sua mulher, a escritora Agripina Costa Marques, e da sua filha, Maria Filipe. E depois de Maria Filipe lhe ter sussurrado ao ouvido aquele que se tornou porventura o verso mais emblemático da sua obra — “Estou vivo e escrevo sol” —, o poeta, conta a filha, escreveu-o uma última vez, numa folha de papel.                           

                                                                                                                                      Jornal Público

quinta-feira, 16 de maio de 2013

100 ANOS /100 LIVROS

100 ANOS /100 LIVROS Cristina Lopes, aluna do 10º ano, turma E- Curso de Produção Agrária sugere:
A Lua de Joana-Maria Teresa Maia Gonzalez




 "É uma história muito bonita que tem um final emocionante.É uma lição de vida, por isso, todos os adolescentes devem ler este livro que nos faz fugir do mundo das drogas."

  A frase que me marcou:
" Desapertou a correia do relógio e pousou-o devagar sobre a mesinha. Agora tinha todo o tempo do mundo. Para quê?"

100 ANOS /100 LIVROS



100 ANOS/100 LIVROS
Mais uma sugestão de um livro intemporal!
A professora Eduarda Leite brinda-nos com o seu poder de síntese...
 

 "Um livro inesquecível, apaixonante.
Cem anos de solidão, retrata a vida da família Buendía ao longo de vár...
ias gerações e da cidade imaginária por eles fundada, Macondo.
Dono de um estilo único, Gabo, transporta-nos para além do tempo com o seu realismo mágico."
O livro trata de toda a vida humana, seus conflitos e experiências.
Romance, erotismo, fantasia, ódio, privações, revoluções, patriotismo, política e todos os infortúnios desta família."

100 Anos / 100 Livros

“Chocolate” de Joanne Harris

Mais uma sugestão para os nossos 100 anos / 100 livros... Desta vez é a professora Carla Vieira que nos guia ao mundo docinho!
 


 "A força de resistir e vencer, defendendo as próprias convicções e viver a simplicidade complicada de ser mulher, rodeada de chocolate!
"

100 ANOS/100 LIVROS


A Assistente  Técnica Lurdes Rebouta, a nossa D.Lurdes da Biblioteca, sugere um romance especial que enriquece os 100 anos /100 livros.



""A temática do livro é o amor proibido entre Meggie e o padre Ralph. Focando um tema polémico sem dúvida, mas que nos revela um amor puro, de entrega total de duas almas que se completam, ao invés de um grande pecado. "

quinta-feira, 9 de maio de 2013

100 ANOS/100 LIVROS

100 anos /100 livros A professora Ana Marcelino traz um livro único...
Um comentário actual em forma de análise literária e social!!!

Entre a Cidade e as Serras, ou seja, entre os Campos Elísios e Tormes, se vai desconstruindo a ideia de... que "o homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado" e de que "não há senão a Cidade".
Cem anos, cem livros, um livro com cem anos. Podia ter sido escrito hoje, de tão visionário que é, por tão bem descrever as contradições que nos atravessam, a dualidade cidade-campo, e cuja leitura se aconselha vivamente a quem sente na pele esta dualidade, a quem questiona as possibilidades do "desenvolvimento rural".