A Escola Profissional Agrícola Conde S.Bento já pertence à Confraria do Vinho Verde!
Popular:
Dai-me vinho, dai-me vinho
A água não posso beber
A água da fonte tem limos
Tenho medo de morrer!
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Leituras a nadar...
Curso CEF,9ºF-Tatamento de Animais em Cativeiro
A turma não foi à Biblioteca Rosae...Os livros saíram à rua...
Estão a formar-se novos leitores! Devagarinho, com a calma do rio que rodeia a escola...
Boas leituras!
Sugerimos Miguel Torga:
A turma não foi à Biblioteca Rosae...Os livros saíram à rua...
Estão a formar-se novos leitores! Devagarinho, com a calma do rio que rodeia a escola...
Boas leituras!
Sugerimos Miguel Torga:
SÚPLICA
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga
| Biografia
Sonho, mas não parece. Nem quero que pareça. É por dentro que eu gosto que aconteça A minha vida. Íntima, funda, como um sentimento De que se tem pudor. Vulcão de exterior tão apagado, Que um pastor Possa sobre ele apascentar o gado. Mas os versos, depois, Frutos do sonho e dessa mesma vida, É quase à queima-roupa que os atiro Contra a serenidade de quem passa. Então, já não sou eu que testemunho A graça Da poesia: É ela, prisioneira, Que, vendo a porta da prisão aberta, Como chispa que salta da fogueira, Numa agressiva fúria se liberta. Miguel Torga |
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Turismo na Biblioteca
Turismo a sério...
O 10ºD veio à Biblioteca Rosae e viajou no mundo dos livros.
Bom trabalho e sucesso para o curso!
Aqui fica o poema que dedicamos a esta turma tão promissora:
"Viajar! Perder países!"
O 10ºD veio à Biblioteca Rosae e viajou no mundo dos livros.
Bom trabalho e sucesso para o curso!
Aqui fica o poema que dedicamos a esta turma tão promissora:
"Viajar! Perder países!"
Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!
Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!
Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.
Fernando PessoaMas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Farda novinha, a estrear...
Turma R em estreia com a sua farda nova!
Curso de Restauração, 10º ano, com uma postura excecional...
Os alunos vieram à Biblioteca Rosae para a Formação de Utilizadores e mostraram verdadeiro profissionalismo.
Há tão pouco tempo no curso e já dão mostras de muito valor.
Parabéns! A Biblioteca é vossa e está ao dispor...
A Diretora de Curso e o Orientador Educativo estão mesmo orgulhosos...
Sugerimos para este curso:
Curso de Restauração, 10º ano, com uma postura excecional...
Os alunos vieram à Biblioteca Rosae para a Formação de Utilizadores e mostraram verdadeiro profissionalismo.
Há tão pouco tempo no curso e já dão mostras de muito valor.
Parabéns! A Biblioteca é vossa e está ao dispor...
A Diretora de Curso e o Orientador Educativo estão mesmo orgulhosos...
Sugerimos para este curso:
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
[Não posso adiar o amor para outro século]
[Não
posso adiar o amor para outro século]
Não posso adiar o amor para
outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
O Grito Claro,
1958
“Estou vivo e escrevo sol”
Morreu esta segunda-feira em Lisboa, aos 88 anos, o poeta e ensaísta António Ramos Rosa, um dos nomes cimeiros da literatura portuguesa contemporânea, autor de quase uma centena de títulos, de O Grito Claro (1958), a sua célebre obra de estreia, até Em Torno do Imponderável, um belo livro de poemas breves publicado em 2012. Exemplo de uma entrega radical à escrita, como talvez não haja outro na poesia portuguesa contemporânea, Ramos Rosa morreu por volta das 13h30 desta segunda-feira, em consequência de uma infecção respiratória, em Lisboa, no Hospital Egas Moniz.
Além da sua vastíssima obra poética, escreveu livros de ensaios que marcaram sucessivas gerações de leitores de poesia, como Poesia, Liberdade Livre (1962) ou A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979), traduziu muitos poetas e prosadores estrangeiros, sobretudo de língua francesa, e organizou uma importante antologia de poetas portugueses contemporâneos (a quarta e última série das Líricas Portuguesas). Era ainda um dotado desenhador.
Já muito fragilizado, o poeta, que estava hospitalizado desde quinta-feira, teve ainda forças para escrever esta manhã os nomes da sua mulher, a escritora Agripina Costa Marques, e da sua filha, Maria Filipe. E depois de Maria Filipe lhe ter sussurrado ao ouvido aquele que se tornou porventura o verso mais emblemático da sua obra — “Estou vivo e escrevo sol” —, o poeta, conta a filha, escreveu-o uma última vez, numa folha de papel.
Jornal Público
quinta-feira, 16 de maio de 2013
100 ANOS /100 LIVROS
100 ANOS /100 LIVROS Cristina Lopes, aluna do 10º ano, turma E- Curso de Produção Agrária sugere:
A Lua de Joana-Maria Teresa Maia Gonzalez
A Lua de Joana-Maria Teresa Maia Gonzalez
"É uma história muito bonita que tem um final emocionante.É uma lição de vida, por isso, todos os adolescentes devem ler este livro que nos faz fugir do mundo das drogas."
A frase que me marcou:
" Desapertou a correia do relógio e pousou-o devagar sobre a mesinha. Agora tinha todo o tempo do mundo. Para quê?"
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