terça-feira, 21 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
"O BOM INVERNO "
Do autor João Tordo, sugestão da Professora Sara Crespo, está à disposição na Biblioteca Rosae " O BOM INVERNO"
Leiam e familiarizem-se com este escritor que agora é sugestão do Plano Nacional de Leitura!
João Tordo no Plano Nacional de Leitura!
"Uma das coisas que mais me deixa orgulhoso é que um dos meus livros seja recomendado pelo Plano Nacional de Leitura. Desta feita, "O Ano Sabático" entra para a lista de sugestões do PNL para o Ensino Secundário."
Parabéns ao autor!
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
9º F a escolher...
Para iniciar o ano, a turma 9º F- Tratamento de Animais em Cativeiro,selecionou o poema:
Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.
Luís Vaz de Camões
Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.
Luís Vaz de Camões
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
XLI Entronização da Confraria do Vinho Verde
A Escola Profissional Agrícola Conde S.Bento já pertence à Confraria do Vinho Verde!
Popular:
Dai-me vinho, dai-me vinho
A água não posso beber
A água da fonte tem limos
Tenho medo de morrer!
Popular:
Dai-me vinho, dai-me vinho
A água não posso beber
A água da fonte tem limos
Tenho medo de morrer!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Leituras a nadar...
Curso CEF,9ºF-Tatamento de Animais em Cativeiro
A turma não foi à Biblioteca Rosae...Os livros saíram à rua...
Estão a formar-se novos leitores! Devagarinho, com a calma do rio que rodeia a escola...
Boas leituras!
Sugerimos Miguel Torga:
A turma não foi à Biblioteca Rosae...Os livros saíram à rua...
Estão a formar-se novos leitores! Devagarinho, com a calma do rio que rodeia a escola...
Boas leituras!
Sugerimos Miguel Torga:
SÚPLICA
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga
| Biografia
Sonho, mas não parece. Nem quero que pareça. É por dentro que eu gosto que aconteça A minha vida. Íntima, funda, como um sentimento De que se tem pudor. Vulcão de exterior tão apagado, Que um pastor Possa sobre ele apascentar o gado. Mas os versos, depois, Frutos do sonho e dessa mesma vida, É quase à queima-roupa que os atiro Contra a serenidade de quem passa. Então, já não sou eu que testemunho A graça Da poesia: É ela, prisioneira, Que, vendo a porta da prisão aberta, Como chispa que salta da fogueira, Numa agressiva fúria se liberta. Miguel Torga |
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