sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
A REDE DE BIBLIOTECAS ESCOLARES COMEMORA 20 ANOS: 1996-2016
Em 2016, a Rede de Bibliotecas Escolares comemora vinte anos de existência. Vinte anos que permitiram atingir 2426 bibliotecas escolares e 1301 professores bibliotecários. Lançar um sem número de iniciativas em prol da leitura, da inclusão e das literacias exigidas por uma sociedade onde a informação e a tecnologia imperam e a incerteza se tornou uma constante. Vinte anos em que se encontraram parceiros, públicos e privados, que se tornaram aliados firmes e indispensáveis do Programa da RBE. Em que se obteve a confiança e a estima de muitos professores, alunos, funcionários, diretores de escolas e de centros de formação. De autarquias, bibliotecas municipais, fundações, universidades, associações e outras instituições da sociedade civil que dão o privilégio de trabalhar lado a lado com a RBE.
Em vinte anos percorridos a RBE tem razões para celebrar. Mas também a consciência de que o futuro é exigente e incerto. E que o seu papel junto de alunos, de professores e também dos parceiros com que quer continuar a trabalhar, passará pela forma como souber interpretar e responder às questões e valores com que o futuro já se está a desenhar. (in http://www.rbe.min-edu.pt, modificado).
«NUVENS DE PALAVRAS»
Queres criar uma «nuvem de palavras» para utilizares, por exemplo, na apresentação de um trabalho escolar? Sim? Então, clica aqui para acederes à ferramenta da Web 2.0 (Wordle) que te permite realizar variadíssimos tipos de «nuvens de palavras». A tua criatividade é o teu limite!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
NOVIDADES (1)
Livros integrados recentemente na colecção da Biblioteca Rosae devido a uma oferta da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Clica aqui para acederes ao site da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Etiquetas:
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
POEMA DA SEMANA (16)
Bom e expressivo
mas fá-lo com um desígnio:
é um mal que não é mal,
é lutar contra o bonito.
Vai-me a essas rimas que
tão bem desfecham e que
são o pão de ló dos tolos
e torce-lhes o pescoço,
tal como o outro pedia
se fizesse à eloquência,
e se houver um vossa excelência
que grite: — Não é poesia!,
diz-lhe que não, que não é,
que é topada, lixa três,
serração, vidro moído,
papel que se rasga ou pe-
dra que rola na pedra...
Mas também da rima «em cheio»
poderás tirar partido,
que a regra é não haver regra,
a não ser a de cada um,
com sua rima, seu ritmo,
não fazer bom e bonito,
mas fazer bom e expressivo...
Alexandre O'Neill
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